





A alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para carros volta hoje. Sobre modelos 1.0, por exemplo, que até ontem tinham isenção total, passará a incidir o imposto de 1,5%. Depois, a alíquota subirá para 3% e 5% em novembro e em dezembro, até chegar aos 7% em janeiro.
O Celta 1.0, da GM, que ontem custava R$ 24.600, vai sair por R$ 24.969 hoje, uma diferença de R$ 369. O Mille Fire Economy 1.0, da Fiat, sai por R$ 22.512,70 hoje --até ontem, o preço era de R$ 22.180, ou seja, R$ 332,70 mais barato.
De qualquer forma, é possível que as montadoras adotem outras formas de incentivo a fim de manter as vendas em alta.
Vendas recorde
O total de licenciamentos registrados no mês de setembro --que indicam o número de vendas da indústria-- pode bater o recorde histórico, segundo fontes do setor.
Até a última terça-feira, 282.601 veículos (entre carros, ônibus e caminhões) haviam sido licenciados, e a expectativa era que, ontem, o mercado chegasse a um total de 300.600. O recorde histórico é de julho deste ano, quando 300.157 veículos foram licenciados.
A Volkswagen apresenta esta semana no Salão de Frankfurt, na Alemanha, o carro-conceito L1. Com apenas dois lugares, design futurista e ecologicamente correto, o veículo é capaz de percorrer 100 quilômetros com 1,5 litro de gasolina, segundo o jornal alemão Bild.O L1 tem carroceria produzida em fibra de carbono e peso reduzido (cerca de 500 kg) - metade do que o VW Polo.
O seu desenho esguio (mede apenas 3,80 metros de comprimento) permite baixo arrasto aerodinâmico e as rodas traseiras são cobertas por saias para facilitar o fluxo de ar. O passageiro viaja sentado atrás do motorista.
O carro é impulsionado por um pequeno motor turbodiesel de dois cilindros, de apenas 36 hp, acoplado a uma transmissão de sete velocidades com dupla embreagem.
O estilo encorpado e agressivo é outra referência no novo crossover médio da BMW. As linhas seguem o mais recente padrão visual dos carros da marca bávara, em especial adotada no roadster Z4. Na dianteira, a tradicional grade bipartida aparece mais bruta, com contornos cromados e incorporada ao para-choques. E o capô exibe dois vincos pronunciados que descem em diagonal das colunas dianteiras até a grade, formando um V. O para-choques bojudo também chama a atenção, com uma larga tomada de ar afilada na base e os faróis de neblina posicionados abaixo dos faróis de cortes irregulares. As laterais repletas de saliências reforçam o aspecto musculoso, que tem ainda um espírito "lameiro" expresso nas molduras negras dos para-lamas e da base das portas.
Inicialmente, o BMW X1 será comercializado na Europa em seis versões, cinco movidas a diesel e uma a gasolina. Todas as configurações a diesel são empurradas pelo motor 2.0 turbo de quatro cilindros em linha, com potências de 143 cv, 177 cv ou 204 cv. Já a única unidade de força a gasolina disponível é a 3.0 V6 aspirada, com potência de 258 cv e um torque máximo de 31,6 kgfm. Esse motor vem acoplado ao câmbio automático sequencial de seis velocidades e equipa a versão topo de linha, a xDrive 28i, nome que serve também para identificar o sistema de tração integral xDrive. As configurações a diesel oferecem também a opção com tração traseira, designada sDrive. De acordo com a BMW, o X1 "top" equipado com o motor 3.0 V6 a gasolina acelera de zero a 100 km/h em 6,8 segundos e atinge a velocidade máxima de 230 km/h.
Sob a capa da Mazda 3